segunda-feira, 23 de junho de 2014

 A Verdadeira da Amizade
 
Numa aldeia , havia um orfanato dirigido por missionários  e foi atingido por um bombas.
 Os missionários e mais duas crianças morreram na mesma hora  e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos,esta menina estava em estado mais grave. Era necessário chamar ajuda por uma rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha chegaram ao local.
Teriam que agir rápido, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que os dois não tinham o sangue preciso. Reuniram então as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue.
Depois de um silêncio , viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Verificado o mesmo tipo de sangue, ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O Médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto.
Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... Minutos depois ele estava novamente tranquilo.
A enfermeira então explicou aos americanos: “Ele pensou que ia morrer; não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer” . O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
-Mas, se era assim, por que então você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu simplesmente:
-Ela é minha amiga.
Todos sonhamos em encontrar um amigo assim.

“Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguirmos umas das outras.”

Conclusão:É claro eram  amigos!! Uma amizade verdadeira às vezes é difícil de encontrar, mas é essencial em nossas vidas. A mensagem é forte, mas nos faz refletir sobre uma verdadeira amizade. Um amigo de verdade é aquele que sabe rir junto nos momentos bons, mas também sabe ouvir os desabafos e ajudar nas horas mais difíceis. E você está sendo realmente um bom amigo?
Um amizade verdadeira é muito importante na vida de um ser humano. Amizades são muitas vezes mais significativas que um grau de parentesco.
Boa Tarde!!!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A CRUZ E A PONTE

A CRUZ E A PONTE


Certa vez um homem foi visitado por um certo anjo do senhor.
Este anjo disse-lhe: eu vim trazer a tua cruz para que possas carregá-la na tua jornada.
Ele pegou a cruz e seguiu. Quando ele já estava bem adiante na sua jornada, encontrou um homem que lhe disse o seguinte: "- como vais, tudo bem? O que estás a fazer com esta cruz ? Estás maluco? Ela deve ser muito pesada. E o outro respondeu: "- não estou maluco não, cada um deve carregar a sua cruz. Mas esta realmente é pesada." "- então por que não cortas um pedaço do pé da cruz? Vai ficar mais leve." "- eu não posso fazer isso, esta é a minha cruz, eu tenho que carregá-la." "- que tolice, isso é uma grande tolice. Corta só um pedacinho, ninguém vai saber. Assim vai ficar mais leve para carregares." E o homem convenceu-o a cortar um pedaço. "- viste, não ficou mais leve?"
"- é, tinhas razão, só um pouco não vai fazer mal." E ele continuou seguindo sua jornada. Um bocado mais á frente na sua longa caminhada eis que ele encontra novamente aquele homem.
"- como vais? Continuas carregando isso aí? Achei que tivesses desistido."
"- sim, eu continuo carregando a minha cruz."
"- mas ela deve estar muito pesada. Por que não cortas mais um pouco? Vai ficar mais leve."
"- é, pode ser, não doeu nada da outra vez."
"- vamos cortar. Só que vamos cortar um pouco mais do que há pouco para ela ficar bem mais leve certo?"
Ele concordou em cortar e depois seguiu sua jornada.
Muito tempo depois ele avista a cidade maravilhosa, cheia de ouro, pedras preciosas, prata. Era a visão mais maravilhosa que ele já teve em toda a sua vida. Era tão iluminada que não precisava do sol. Brilhava tanto... Quando sem esperar ele se depara com um abismo e ele não entendeu o porquê do abismo. E tamanho era o desespero que ele começa a gritar e gritar e gritar:
"- socorro, me ajudem, quero atravessar, socorro alguém por favor me ajude, quero entrar na cidade!!!"
Cansado de tanto gritar, ele vê do outro lado do abismo o anjo, aquele que lhe entregou a cruz. E o anjo pergunta-lhe: "- o que estás a fazer aí do outro lado? Por que ainda não atravessas-te?"
"- como? Não vês o abismo que nos separa?"
"- sim vejo", respondeu o anjo.
"- então, como é que eu vou atravessar?"
"- onde está a ponte que eu te entreguei?"
"- que ponte? Tu me entregas-te uma cruz e ela está aqui comigo."
E o anjo disse: " - então coloca-a no meio do abismo, porque o tamanho dela é exato para que possas atravessar."


Se tua cruz está pesada demais, talvez estejas carregando ela sozinho...mas o tamanho dela é exatamente o necessário. Saiba querida(o) que Deus está sempre ajudando por mais pesada seja a sua cruz pois Ele não nos dá prova para carregar que não possamos aguentar, pois Ele disse:(“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.“)

O preço do amor de Deus

O preço do amor de Deus

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu: -
Cortar a grama do jardim: R$3,00 -
Por limpar meu quarto esta semana R$1,00 -
Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00 -
Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$2,00 -
Por tirar o lixo toda semana R$1,00
Por ter um boletim com boas notas R$5,00 
Por limpar e varrer o quintal R$2,00
TOTAL DA DIVIDA R$16,00
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu: -
Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA
Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA 
Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA 
Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA 
Por comidas, roupas e brinquedos - NADA
Por limpar-te o nariz - NADA
CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas. Olhou nos olhos da mãe e disse: Eu te amo, mamãe! Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: totalmente pago! Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensas por boas ações que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o amor que vem de Deus. E para nossa sorte é grátis! Basta querermos recebê-lo em nossas vidas!

O MENINO, O ANEL E O PROFESSOR

 

O MENINO, O ANEL E O PROFESSOR


"Num vilarejo vivia um velho e experiente professor que, de tão sábio, era sempre consultado pelas pessoas da região para a solução de problemas.
Uma manhã, um rapaz que fora seu aluno, vai até a casa desse sábio homem para conversar, desabafar e aconselhar-se.
_ Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.
_ Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
_ Sinto muito meu jovem, mas não posso ajudá-lo. Devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E, fazendo uma pausa, falou:
_ Se você me ajudasse, poderia resolver o meu problema com maior rapidez e depois, talvez, posso ajudá-lo.
_ Ca... Claro, professor, o jovem gaguejando, respondeu.
Mas, mesmo sentindo-se outra vez desvalorizado não hesitou em ajudar o seu antigo professor. Este tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao rapaz e disse:
_ Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender este anel porque tenho que pagar uma dívida.
E continuou dizendo:
_ É preciso que obtenha, pelo anel, a melhor avaliação possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com o anel o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu.
Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que estavam no mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.
O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, livrando assim o seu professor das preocupações. Dessa forma, ele poderia receber a ajuda e os conselhos de que tanto precisava.
Chegando, entrou na casa e disse:
_ Professor... Sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
O professor contestou sorridente.
_ Devemos saber primeiro o verdadeiro valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro.
_ Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele lhe dará por ele.
_ Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e deu-lhe o anel para avaliá-lo.
O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o mesmo e disse:
_ Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que cinqüenta e sete moedas de ouro pelo anel.
_ CINQUENTA E SETE MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.
_ Sim, replicou o joalheiro. Eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de setenta moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu, emocionado, para a casa do professor para contar o que ocorreu.
_ Sente-se, disse o professor.
Depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, falou:
_ Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?
E, dizendo isso, voltou a colocar o anel no dedo e completou:


_ Todos nós somos como esta joia: valiosos e únicos. No entanto, andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Você deve acreditar em si mesmo, sempre".
 Um Pequeno menino que queria encontrar com Deus


"Havia um  menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente. Um dia, porém, encheu a sua mochila com pastéis e guaraná e saiu para brincar no parque.
Ele havia andado apenas umas três quadras, quando encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros.
O menino sentou-se junto a ele, abriu a sua mochila e, quando ia tomar um gole de guaraná olhou o velhinho e viu que ele estava com fome. Ofereceu-lhe então, um pastel.
O velhinho, muito agradecido, aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo. Então ele ofereceu-lhe o seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estavamuito feliz.
Ficaram sentados ali, sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falar um com o outro.
Quando começou a escurecer o menino, cansado, resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. Nesse momento, o velhinho deu-lhe um grande sorriso... o maior que o menino já havia recebido.
Quando o ele entrou em casa, sua mãe, surpresa, ao ver a felicidade estampada em sua face, perguntou:
_ O que você fez hoje que o deixou tão feliz assim?
Ele respondeu:
_ Passei toda tarde com Deus e, acrescentou: Você sabe, Ele tem o sorriso mais lindo que eu jamais vi outro igual.
Enquanto isso, o velhinho chegou à sua casa com o mais radiante sorriso que despertou a atenção de seu filho que lhe perguntou:
_ Por onde você esteve que está tão feliz?
E o velhinho respondeu:
_ Comi pastéis e tomei guaraná, na praça, com Deus.
Antes que seu filho pudesse dizer algo, falou:
_ Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava"?

sábado, 11 de janeiro de 2014

Paciência

Paciência


Há tempo de plantar, e tempo de colher
 Existem momentos em que o guerreiro desembainha sua espada e parte para o combate.
Mas existem momentos em que é preciso ter paciência.
 Sentar. Relaxar. orar.
As coisas virão no seu devido tempo - não se preocupe.
 Não adianta ficar andando de um lado para o outro.
Não adianta parecer ocupado, ou iludir-se com a sensação de que está fazendo alguma coisa.
Não adianta forçar um aprendizado novo.
 No intervalo entre um combate e outro,
o guerreiro vigia, ora e espera.
Se não agir assim, seus olhos não poderão enxergar os sinais de Deus.
E com os ouvidos sensíveis para  ouvir a voz de DEUS  nós dando todas as instruções e nós guiando a cada  passos para a vitória.
 Paciência , é um dos segredo para uma grande vitória.


Esperai com paciência no Senhor e certamente ELE ouvirá o seu clamor.

Olhe para cima

 Olhe para cima

Certa vez, um jovem marinheiro teve que subir ao mastro durante uma tempestade.
as ondas levantavam o barco para alturas estonteantes 
e logo em seguida jogavam-no para profundezas abismais O jovem marujo começou a sentir vertigem e estava quase caindo quando o capitão gritou:
"Rapaz, olhe para cima".

De maneira decidida, o marinheiro desviou o  seu olhar das ondas ameaçadoras e olhou para cima. 
Ele conseguiu subir com segurança e executar a sua tarefa .

Quando os dias de atribulação revolvem sacudir a nossa vida, 
Quando as tempestades da vida nos confundem,  Perdemos o equilíbrio e ficamos na ameaça  de despencar.

Entretanto,  se desviarmos nosso olhar dos perigos e olharmos para quem nos guia,
Se buscarmos a face do senhor em oração e agarramos a sua poderosa mão, nosso
  coração e aquietará, receberemos força e paz para podermos executar as nossas
tarefas em meio as tempestades e, finalmente , seremos vitoriosos

Pedia a Deus



Pedia a Deus

Eu pedi a Deus para tirar a minha dor.Deus me disse não.
"Não cabe a mim tirá-la, mas a você desistir dela."
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho  fosse perfeito. Deus me disse não.
"Seu espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório."
Eu pedi a Deus para me dar paciência. Deus me disse não.


"A paciência é um derivado de atribulações.  Não é doada, é conquistada." 
Eu pedi a Deus para me dar felicidade. Deus me disse não.
"Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você."
Eu pedi a Deus para me proteger da dor. Deus me disse não.
"O sofrimento lhe separa dos conceitos do mundo e lhe traz para mais perto de mim." 
Eu pedi a Deus para fazer o meu espírito crescer. Deus me disse não.
"Você tem que crescer sozinho, mas eu lhe podarei para que você possa dar bons frutos."
Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida. Deus me disse não.
"Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas."
Eu pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, o tanto que Ele me ama. Deus me disse:
"Finalmente você entendeu! Procure amar  ao teu próximo como a ti mesmo."
Muito do que você pede você já tem. Cabe a você saber lidar com isso.

Quando as coisas não dão certo

Quando as coisas não dão certo

Quando as coisas não dão certo se o momento é de crise,
não pense que todos os esforços têm sido em vão, Prossiga.
Talvez tudo tenha sido para melhor. Sorria...
E experimente outra vez.
Pode ser que o seu aparente fracasso venha a ser a porta aberta que conduzirá para uma nova felicidade, que você jamais conheceu.
Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não se considere vencido.
Isso não quer dizer derrota.
Não vale a pena gastar o seu precioso tempo em lágrimas e lamentos.
Levante-se. E enfrente outra vez. Persistir sempre.
E, se você guardar em mente o objetivo de suas aspirações, os seus sonhos se realizarão.
Tire proveito dos seus erros, pois aprendemos muitas vezes com o nossos erros e Colhemos experiência a cada dia.
E então, um dia você dirá: "Graças a Deus. Eu confiei em Deus, persisti  e venci."

O Senhor diz em sua palavra: - Que neste mundo teríamos aflições mas tende de bom ânimo pois eu venci(Jesus) e estamos ligados Nele, venceremos também.
Saiba que Deus tem o melhor para mim e para você, não murmure confie Deus.
Todas as coisas cooperam para o bem daquele que ama a Deus. Romanos 8:28

O nó do afeto

 O nó do afeto


Numa reunião de pais, numa escola da periferia,
a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar a seus filhos.
Ela insistia que eles deveriam dar um jeito e, mesmo todos trabalhando fora,
deveriam encontrar uma forma de se fazer presente.
 Ela ficou muito surpresa quando um pai se levantou e contou, no seu jeito humilde,
que ele não tinha tempo de ver o filho durante a semana pois quando saía para trabalhar, muito cedo, a criança estava dormindo.
Quando voltava era tarde e a criança já estava na cama.
Se ele não fizesse isso não teria como sustentar a família.
Mas, ele tentava se redimir indo beijar o filho todas as noites quando chegava em casa e,
para que o filho tivesse certeza da sua presença,
dava um nó na ponta do lençol.
Isso acontecia religiosamente todas as noites!
Quando o menino acordava sabia, através do nó,  que o pai tinha estado ali para beijá-lo.
O nó era o elo de comunicação entre o pai e o menino.
Mais surpresa ficou a diretora quando constatou que o menino era dos melhores alunos da turma.

Essa história nos faz refletir como são muitos os jeitos de um pai, mesmo sem tempo,
se fazer presente na vida dos filhos.
 Você já deu um nó no lençol de seu filho?
 A família tem um papel fundamental no desempenho do aluno.


Seja Sempre Você

Seja Sempre Você


Não espere um sorriso para ser gentil.
Não espere ser amado para amar.
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está do seu lado.
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante para você.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida.
Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir.
Não espere por pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo.
Não espere a dor para acreditar em oração.
Não espere o dia de sua morte sem antes amar a vida!
Seja sempre você, autêntico e único!

O Náufrago

 O Náufrago


O único sobrevivente de um naufrágio foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação.Ele orava fervorosamente pedindo a Deus para ser resgatado, mas os dias passavam e nenhum socorro vinha.
Mesmo exausto, ele construiu um pequeno abrigo de madeira para que pudesse proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos pertences.
Um dia, saiu em busca de algum alimento e, quando voltou, encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado e revoltado, ele gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui? - perguntou ele.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça!
É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembre-se, se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.

domingo, 22 de dezembro de 2013

A rosa e o sapo

A rosa e o sapo

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida em saber que era a rosa mais linda do Jardim.
Mas começou a perceber que as pessoas só a observavam de longe.Acabou se dando conta de que, ao seu lado sempre havia um sapo grande, e esta era a razão no qual ninguém se aproximava dela.
 
Indignada com a descoberta ordenou que o sapo saísse de perto dela imediatamente.
O sapo, muito humildemente, disse:
-Esta certa, se é assim que você quer...
 
Algum tempo depois, o sapo passou próximo de onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha e sem pétalas.
Penalizado, disse a ela:
 
-Que coisa horrível, o que aconteceu com você?
-É que desde que você foi embora, as formigas se aproximaram e me comeram dia à dia, e agora nunca mais vou voltar a ser o que era.
 
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, eu comia todas as formigas que se aproximavam de ti, por isso eras a rosa mais bonita do Jardim.
 
Muitas vezes não valorizamos os outros, por acharmos que somos superiores, mais 'bonitos', de mais valor, e achamos que os outros não nos servem para nada.
 
Deus não fez ninguém para 'sobrar' neste mundo.Todos têm que aprender uns com os outros.Nunca devemos desvalorizar alguém. Pode ser que uma dessas pessoas que não damos valor, nos faça um bem que nem nós mesmos percebemos.
 
Que Deus nos abençoe e ajude a enxergar a beleza dos outros.

A fábula do Rato e a ratoeira

 
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:  
- O que ? Uma ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não !
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da história:  “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.”

A Borboleta e o Cavalo


Esta é a história de duas criaturas de Deus, que viviam numa distante floresta , há muitos anos atrás.
Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas, aproximaram-se e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta, enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue a natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta, e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.
Entre um e outro, ela optava por esquecer o coice e guardar dentro de seu coração, o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto, por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível, por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
Vieram outras manhãs, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.
Resolveu então, sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho, onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado deitou-se embaixo de uma árvore. Logo em seguida, um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por alí.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então, o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga, e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta voc~e está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoava a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia aqui na floresta um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou à ninguém.Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo. Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste, sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
" Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema, que eu nunca pude ajudá-lo a resolver. Carrega em seu dorso um cabresto, então será cansativo demais para ele vir até aqui."

Você pode até aceitar os coices que lhe derem, quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.
Quanto ao cabresto, não culpe ninguém por isto, afinal, muitas vezes foi você mesmo que o colocou no seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.


Queridos amigos!! Nunca coloque as culpas em ninguém pelo fardo que é seu, e lembre-se que podemos amar pessoas assim, mas chega um momento que as feridas não irão mais cicatrizar.

Boa tarde amigos!!
Quantas vezes gostamos tanto de alguém e essa pessoa está sempre amarga. Ou muitas vezes nós mesmos estamos sendo amargos com as pessoas que gostam de nós e não percebemos.
É amigos! Hoje trago uma mensagem para que possamos refletir sobre isso, espero que gostem.

Reflitam!!

Um forte abraço!!
Comentem!!

sábado, 10 de agosto de 2013

O menino e o tempo do pai


 O menino e o tempo do pai




Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:
- Papai! Quanto o Sr. Ganha por hora?
O pai, num gesto severo, respondeu:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe! Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora?
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora
- Então, papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era tarde quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:
- Filho, está dormindo?
- Não papai! (respondeu o sonolento garoto)
- Olha aqui está o dinheiro que me pediu, um real.
- Muito obrigado, papai! (disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama).
Agora já completei, Papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?
“Será que estamos dedicando tempo suficiente aos nosso filhos?”

domingo, 4 de agosto de 2013

Uma lição com a Cenoura, o ovo e o café

Você é cenoura, ovo ou café?

Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis.
 Ela não sabia mais o que fazer e queria desistir, estava cansada de lutar e combater, 
sem nenhum resultado. Parecia que assim que um problema estava resolvido outro aparecia
 Seu pai um chefe de cozinha, levou-a ao seu local de trabalho. Ali encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Em uma colocou cenouras, em outra ovos e na ultima pó de café, deixou que tudo fervesse sem dizer uma palavra, só olhava e sorria para sua filha enquanto esperava. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou o fogo tirou os ovos, a cenoura e o café e colocou em um recipiente, virou-se para a filha e perguntou:
- Querida o que vê?
- Ovos, cenouras e café – foi a resposta.
Ele a trouxe mais perto e pediu para experimentá-los.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias, o ovo endurecera e o café tinha um gosto delicioso. Surpreendida e intrigada ela perguntou:
- O que isso significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia passado pela mesma adversidade: água fervendo, só que reagido de maneiras diferente.
  • A cenoura entrara na água forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida a fervura ela amolecera e se tornara frágil
  • Os ovos haviam entrado na água, frágeis, sua casca fina havia protegido seu liquido interior, mas depois da fervura, seu interior se tornou mais endurecido
  • O pó de café, contudo, era incomparável, depois da fervura ele havia mudado a água.
Qual dos três elementos é você?
 Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde?
 
Como a cenoura que parece forte, mas a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde a força?
Como o ovo, que começa com um coração maleável, com um espírito fluido, mas depois de algo, como a morte, a separação, doença ou demissão, você se torna mais difícil, duro e inflexível? Sua casca parece a mesma, mas por dentro esta amargo e obstinado, com o coração duro e o espírito inflexível?
Ou será como o pó de café, que muda a água fervente, o elemento que lhe causa a dor, quando a água chega ao ponto máximo de sua fervura ele consegue o máximo de seu sabor e aroma.

Uma Oração:

Que Deus o faça como o pó de café que quando as coisas ficam ruins, difíceis, você possa reagir de forma positiva se tornando melhor sem se deixar vencer pelas circunstâncias, fazendo com que as coisas em torno de você também se tornem melhores!
Que diante da adversidade da vida exista sempre uma luz que ilumine teu caminho e a todas as pessoas que te rodeia.
Para que possa sempre espalhar e irradiar com tua força, otimismo e alegria o “doce aroma do café”.
Para que nunca perca esse cheiro agradável e inigualável que só você sabe transmitir as outras pessoas e transformar a adversidade em algo melhor amparado por Deus.

Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões.
Cabe a nos, somente a nos, decidir se a crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nosso relacionamento pessoal, nossa vida.
Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva, mas você precisa acreditar nisso, confiar que você tem capacidade suficiente para superar este desafio. 
Espero que nestas semanas que se seguem, quando lhe convidarem para tomar um café você possa repensar e até compartilhar.

Conclusão:

Que nós  possamos ser como o café, usando a adversidades para modificar o sabor da nossa vida, fazendo a ser sempre especial.
Que nos possar pensar nas atitudes e rever o que possa ser mudado.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A Senhora e a lista de compra na balança


Uma senhora muito simples e com lágrimas nos olhos entrou numa loja, aproximou-se do dono e envergonhada perguntou se podia levar alguns produtos alimentares para pagar depois. Com a voz suave, ela explicou que o seu marido estava muito doente não podia trabalhar, tinham cinco filhos e precisavam de alimentar-se. O dono da loja, inflexível, pediu para que a senhora fosse embora. Porém, a senhora pensando na sua família continuou a implorar: "Por favor meu senhor estenda-me a mão", "ok, e se eu te estender a mão, quem é que vai cobrir o prejuízo???" - a Senhora respondeu: "Deus vai lhe pagar em dobro". O dono da loja negou. "Deus vai me pagar? Deus não colocou aqui um único cêntimo, eu tive que dar no duro para ter essa loja. Se fosse depender de Deus, hoje eu estaria miserável igual a senhora. Vai pedir ajuda a uma igreja". Dentro da loja estava um cliente que escutou a conversa e aproximou-se dizendo: "Meu caro, pela aflição no rosto dessa senhora vê-se a realidade do que ela diz, eu vou me responsabilizar pelas compras que ela fizer". Ignorando o pedido do sensato cliente, o dono da loja virou-se para mulher e perguntou: "Você tem uma lista das compras que precisas?", ela respondeu "Não senhor". "Faz uma lista dos produtos que precisas, põe a tua lista na balança e o quanto pesar a tua lista, eu vou lhe dar em alimentos". Ela hesitou por um momento e de cabeça baixa pegou num pedaço de papel e escreveu sobre ele. Em seguida, com receio, a mulher colocou o papel na balança. Ao fazer isto a balança baixou toda de uma vez, como se a senhora tivesse colocado uma pedra sobre ela. O dono da loja e o cliente olharam com espanto e admiração para aquela cena. O dono da loja começou então a colocar alimentos do outro lado da balança, mas ela nem se mexia, então ele continuou a colocar mais e mais alimentos, mas como a balança nunca se igualava, e não havia caixas de frangos, caixas de leite, e nenhum produto pesado que a fizessem baixar ele não aguentou e pegou o pedaço de papel, que era leve, leve como qualquer pedaço de papel, para ver se havia algum truque de feitiçaria. O dono da loja e o cliente leram o que a senhora escreveu no papel... não era uma lista de compras, era uma oração que dizia: "Deus pai, o Senhor conhece as minhas necessidades, deixo esta situação nas suas mãos". O dono da loja sem pestanejar deu a mulher todos os alimentos que estavam na sua loja, e com a sua carinha pessoal levou as compras até a casa humilde da senhora, encontrou o marido e os sete filhos dela definhando de fome. Descarregou tudo, e em seguida foi para a igreja mais próxima, onde dois anos depois se transformou no melhor pastor e benfeitor que o povo daquela cidade conheceu.

INOCENTE OU CULPADO?


 Conta uma lenda que, na Idade Média, um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor do crime era uma pessoa influente no reino e, por isso, desde o primeiro momento, se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino .

 Homem injustamente acusado de ter cometido o assassinato foi levado a julgamento. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo das falsas acusações. A forca o esperava!
O juiz, que também estava conciliado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que provasse sua inocência.
Disse o desonesto juiz: — Como o senhor, sou um homem profundamente religioso. Por isso, vou deixar sua sorte nas mãos de deus. Vou escrever em um papel a palavra INOCENTE e em outro a palavra CULPADO.Você deverá pegar apenas um dos papéis. Aquele que você escolher será o seu veredicto.
Sem que o acusado percebesse, o inescrupuloso juiz escreveu nos dois papéis a palavra CULPADO, fazendo, assim, com que não houvesse alternativa para o homem. O juiz, então, colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem, pressentindo o embuste, fingiu se concentrar por alguns segundos a fim de fazer a escolha certa. Aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes reagiram surpresos e indignados com tal atitude.

O homem, mais uma vez demonstrando confiança, disse: — Agora basta olhar o papel que se encontra sobre a mesa e saberemos que engoli aquele em que estava escrito o contrário.



Meditação:O ser Humano pode até ser infiel, mas Deus é fiel;O ser humano pode até ser injusto mas Deus age com Justiça.
Deus vai faz as coisas de uma maneira que as vezes nem entendemos, mas Ele sabe como agir com sabedoria,basta nós entregarmos nossas causas nas mãos Dele, confiamos unicamente Nele e nos dará sabedoria para enfrentarmos os obstáculos colocados em nosso caminho.
Descanse no Senhor, somente Ele pode nos dá vitória.






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O Cachorro e o seu Reflexo na Água

Um cachorro, que carregava na boca um pedaço de carne, ao cruzar uma ponte sobre um riacho, de repente, vê sua imagem refletida na água.
Diant
e disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.
Ele não pensa duas vezes, deixando cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lançando sobre o animal refletido na água. Seu objetivo é simples, tomar do outro, aquela porção de carne que julga ter o dobro do tamanho da sua.
Agindo assim, ele acaba perdendo a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza acaba por levar para longe.
Moral da História:
É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo incerto.
Meditação: Nunca seja ganancio,agradece a Deus  o que tens, pois o dia de amanhã não pertence a nós.